quarta-feira, 6 de junho de 2012

Barragem Artur pára a onda verde. (Crónica)




Sporting 1-0 Artur

18' Wolfswinkel (g.p.)
A confiança com que o nosso padroeiro está neste momento é tal que tudo o que mexe na área é varrido sem contemplação. Que o digam Xandão e Djaló que sentiram na pele a justiça divina de São Patrício. Uma noite muito calma para o Rei, esteve em todo o lado e onde não estava, chegou o seu Evangelho que entrou pelos ouvidos de Ínsua e lhe disse: "VAI MEU FILHO, ESPALHA A MINHA PALAVRA E IMPEDE A ENTRADA DO EMPLASTRO HEREGE NO REINO DOS CÉUS."
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Se L.F.V. fosse um dirigente competente estaria neste momento a negociar com o governo Chileno para com a sua experiência a tirarem malta de buracos profundos o ajudarem na dura tarefa que será tirar Gaitan e Nolito do bolso do Insurra Pereira. A maneira como entra a todos os lances com o pé da frente a limpar a bola mas com o pé de trás a molhar a sopa no adversário é doce musica para mim. É um Porco a jogar sim senhores mas se este porco fosse prá matança que belas papas de sarrabulho se fariam.
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A passagem em claro da sarrafada que deu em Gaitan logo nos primeiros minutos foi um claro sinal divino. A partir desse momento disse: "Se este excremento não deu em mais excremento hoje não há maneira de comerem o Capitão". Dito e feito, apenas mais uma vez foi comido por Witsel e mesmo nessa, recuperou com a velocidade de quem rouba umas bombas de gasolina e é perseguido pela autoridade.
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No duelo ao pôr-do-sol entre o Xerife e um dos pistoleiros mór do campeonato o bandido nem teve tempo de sacar da sua pistola. Cardozo foi condenado a 90 minutos de encarceramento sem direito a recurso. Se a justiça nacional funcionasse com esta eficácia Portugal seria o país mais seguro do planeta.


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Ao argentino não lhe basta ser decisivo na esquerda da defesa e na esquerda do ataque, quer agora ser decisivo também na baliza?! É um gulutão, até ao Patrício quer tirar o lugar. É um gulutão, comeu Bruno César de cebolada. A gula é pecado mortal Ínsua, mas como és tu, o Sportinguista perdoa.


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Ninguém gosta de ver lixo em sua casa e Elias tem ar de ser rapaz asseado, como tal imagino que tenha ficado perturbado quando viu tamanha esterqueira vermelha a contaminar o relvado de Alvalade. Vimos aí que não é só asseado mas também diligente, terá pensado: "Até esperava pela senhora da limpeza, mas isto assim fica tão feio." Lá sacou o brasileiro da sua vassoura e tal como uma Roomba infernal aspirou todo o lixo encarnado daquele meio campo.
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O que é uma vassoura sem um belo cabo? Se Elias foi as barbas dessa vassoura que tudo varreu, o Holandês foi o cabo que as suportou e lhes deu alcance para chegar aqueles recantos mais difíceis. Naquele seu jeito carteirista de que não se dá por ele até já estarmos com o bolso mais aliviado foi de novo imprescindível.


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Maxi Pereira terá desejado este jogo que alguém com bom coração o tirasse de Alvalade e o fosse por pelado na Sibéria, decerto melhor destino do que passar pelas humilhações de Izma. O Czar é benevolente, não quis aumentar a agonia das hostes lampiónicas marcando do meio da rua, no entanto o Czar também é correcto, não era justo que um remate daqueles fosse para a bancada por isso decretou: "Não vos humilharei mais lampiões, mas deixar-vos-ei uma recordação do que vos faria se quisesse".
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Quando Matias decide abrir o livro é impossível pará-lo. Mesmo Javi Garcia, cinturão negro na arte marcial do Dá-Sarra-Fu, teria a vida mais facilitada se o tivessem posto dentro de um tanque de azeite a tentar caçar uma enguia barrada em manteiga. Se quantificássemos a facilidade com que se desenvencilhou dos Benfiquistas, este número só teria equivalente na quantidade de orgasmos Sportinguistas que ocorriam de cada vez que tocava na chincha.
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Reafirmo, se há jogador no Sporting que me dá um gosto danado ver em campo é este rapaz. Temos o Crá, temos o Czar, podíamos ter Ronaldo, mas sempre que Diego acelera com a bola, para mim o Natal chega mais cedo. É um amor irracional porque sei que ele faz muita asneira, não foi o caso desta jornada porque tudo o que fez, fez com critério e concentração a defender e a atacar, não foi à toa que Maxi só se viu uma vez no jogo todo.


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Vejo e revejo os golos que este rapaz desperdiçou, abro a boca pra dizer mal dele mas é como se tivesse uma rolha a fechar-me a cavidade oral, vou ver o que se passa, não era uma rolha mas sim um pedaço de papel escrito, abro o papel pra ver o que me impede de proferir as mesmas palavras que tantos Sportinguistas têm berrado à boca farta, dizia: "RESPEITA-ME COIRÃO, ACABEI DE TE DECIDIR UM DÉRBI!"
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Jesus continuava com o pensamento que o nosso meio campo era algum tipo de aterro sanitário e enchia-o de mais lixo, nesta circunstância a vassoura de varrimento centrocampista ameaçava quebrar por excesso de esforço. No entanto Sá Pinto de onde está não dorme. É preciso varrer? A vassoura Elias ainda não rompeu? Há que introduzir o apanhador Carriço. Com a calma de um bebé depois de chuchar na mama dinamitou todas as ilusões que o meio campo ofensivo lampião tentou criar.
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O Lobo estava estourado em corpo e mente, via-se a léguas, mas no infantário Sporting nada temam: sai puto entra puto e que bela colecção de putos temos. Entrou com aquela sofreguidão de quem quer mostrar a educadora os belos desenhos que já consegue fazer e muitas vezes foi tramado por isso. Ainda assim deu muito trabalho aos centrais adversários, que o diga Luisão que acabou na rua.
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Toda a gente sabe que quando toca a campainha do recreio os putos vêm todos brincar, Carrillo só chegou um bocadinho atrasado à festa.


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MVP: Elias

Não me chegariam os dedos de todo o meu corpo para contar as bolas que Elias roubou aos mal-intencionados lampiões. O professor Jesus bem quis pôr o menino Rodrigo a brincar descansadinho mas vinha sempre o bully Elias, o puto do 9º ano, com a sua cara de rufia roubar a bola à criança e deixá-lo a chorar. O professor Jesus bem viu a tristeza de Rodriguinho e trocou-o de sítio com o menino novo Djalózinho porque esse era mais velho e talvez não se deixasse afectar por provocações de criminosos de recreio. Ilusão, para o menino Elias foi só mais um puto com mais uma bola nova pra juntar à sua colecção. E assim acabou outra criancinha e a chorar e o professor ainda sem saber o que se passava.

sábado, 2 de junho de 2012

São Patrício, o padroeiro de Alvalade. (Crónica)


Metalist 2-0 Sporting

44' Wolfswinkel
57' Cristaldo
Foi só a mim que deu a impressão que o Rui já nem precisa de se esforçar? Fiquei com a ideia que no penalty e nos restantes lances que defendeu o rapaz podia estar encostado ao poste com uma mini e um pires de tremoços num belo repasto com o Paulinho que acabava por não deixar passar (quase) nada na mesma.
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Duvidei bastantes vezes da conduta sexual da sua mãe durante os primeiros minutos. Os passes errados sucediam-se e causavam perigo para o Metalist. Houve então um ponto de viragem em que JP pensou "Que raio?! estes *discurso censurado por ser o João Pereira* já dão trabalho que chegue sem a minha ajuda." A partir daí afirmou-se como uma unidade de rigor na direita, obrigando o melhor "ucraniano" (Taison) a  procurar pastos mais verdes. Na hora do aperto continuou a contribuir defensivamente com bons cortes e a ocasional saída para o ataque.
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Fartou-se de coleccionar bons corte e boas antecipações. Mas como todos sabemos, um jogo de Polga sem uma casa é como um jardim sem flores. Desta vez lembrou-se de em vez de subir no terreno para cobrir Devic e deixar Cristaldo em fora-de-jogo fazer uma Polguice e recuar até deixar o Argentino em posição de o comer de cebolada mais uma vez e rematar para golo.
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O Xerife hoje teve azar, apanhou com um motim digno dos calabouços do Carandirú. Na primeira parte enquanto só teve Cristaldo pela frente cumpriu sem problemas só levando uma valente rabanada do furacão Taison, foi quando teve de lidar também com Devic que o gato começou a chegar-se perigosamente perto das filhoses. Tal como o seu colega do lado teve uma actuação razoável até (e depois) ao lance do golo onde foi papado.
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O caudal ofensivo dos Ucranianos causou muita mossa ao argentino. Obrigou-o antes de mais a abdicar quase por inteiro do ataque, obrigou-o também a fazer algumas decisões bem precipitadas e que podiam ter custado caro (Penalty totalmente desnecessário). Devido à sua tendência de fechar sempre no meio, foi apanhado varias vezes em penetrações pelas costas. Jogo menos conseguido do que o habitual.
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Ponto prévio; se eu tivesse uns pés como os deste rapaz nem me levantava da cama de manhã com medo de os estragar. A trinco, a número 10, 8 ou outro que tal começa a formar-se na minha cabeça a ideia que este rapaz vai ser a figura de referência do nosso meio-campo num curtíssimo espaço de tempo. Vê-lo a partir para o corte e depois para o ataque com a calma de um membro da brigada anti-bombas deixou-me extasiado.
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Deixou a exuberância para o "puto" do lado e pautou-se pelo trabalho invisível que para o comum adepto pode ser pouquinho, mas para qualquer mister é a diferença entre dormir descansado à noite ou acreditar em monstros de leste dentro do armário.


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A influência que normalmente põe em campo não se fez sentir e a equipa ressentiu-se, o lateral adversário teve muito mais liberdade que o habitual com Izmailov e isso contribuiu muito para os momentos de aperto que sentimos ao longo da segunda parte.


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Talvez afectado pelo estado do relvado, El Crá neste jogo foi uma sombra de si próprio. Quase sempre inofensivo no ataque, o que fez aumentar ainda mais a carga defensiva do meio campo recuado do Sporting. Não surpreendeu portanto que tenha sido o primeiro a ir para o banho.


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Com jogadores destes, a magia acontece. Começou mal, como os companheiros, mas com uma grande diferença, a abnegação, a raça que mesmo quando as coisas não saem bem faz o espanhol partir pra cima de toda a gente, a vontade que faz tanto Sportinguista chamá-lo de fução, o coração que o faz nunca desistir mesmo quando o barco resvala e ameaça afundar. O Nosso Diego não me dá uma única hipótese de não gostar dele, mal comecei a abrir a boca pra tentar deitá-lo abaixo o raio do rapaz saca-me uma assistência milimétrica para golo, assim não dá Diego mas por favor não mudes.
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A exibição do Lobo fez-me lembrar o Verão. Isto porque só no pico do Verão existem melgas desta estirpe, daquelas filhas da mãe que andam todo a santa noite sozinhas a zumbir-nos aos ouvidos zzz praqui, zzz prácolá, um gajo enxota-as uma e outra vez e quando pensamos que o bicho está morto, ele aparece e ZAU deixa a sua marca. (Qualquer semelhança desta metáfora com a exibição de Wolfswinkel, não é pura coincidência).
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Teve a missão de sempre, imprimir o físico e varrer tudo e todos, no entanto o que a sua entrada significou foi um claro sinal para meter a marcha atrás. Esteve mal? Nem de longe mas continua a não me convencer a 100%.


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A sua missão também era bastante clara, imprimir calma e critério de posse de bola a um meio campo que precisava de uma presença pacificadora como de pão para a boca. Se o conseguiu ou não, depende do critério de cada um, a verdade é que não mais o Metalist chegou com perigo até Rui Patrício.


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Sentiu-se como peixe na água, um jogo onde não precisa de atacar é uma bênção para Evaldo. Quando só lhe pedem para defender podemos sempre contar com o ele, para atacar é que é pior, mas isso são historias para outro livros.


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MVP: Rei Patrício

Eu no fundo percebo porque é que Ínsua cometeu aquele penalty estupido, é que nesta altura mandar um jogador adversário para a pinta enfrentar o nosso nº1 é o equivalente a mandar uma charutada na chincha directo pró Alvaláxia. A cada jogo que passa me convenço mais que Polga dá as suas casas não por ser trepo mas apenas para fazer o adversário passar pela humilhação de ver o Rui a tirar-lhe o pão da boca, tenho quase a certeza que vi Xandão a dar uma gargalhada quando Taison passou por ele na 1ª parte como que a dizer "Pô rapâ cê pensa que me sacaneou mas você é que vai papá o Mico porque o Rui vai zôar na tua cara." Eu compreendo-os e fazia a mesma coisa. LONGA VIDA AO REI.

Neste banco não é preciso resgate. (Crónica)



Leiria 2-0 Sporting

90+11' Matías Fernández
Tenho alguma pena dos avançados das equipas adversarias. Eu se soubesse que ia ter de ultrapassar Rui para marcar um golo nem dormia de véspera. Já lá dizia a Bíblia "É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha, do que uma bola de golo entrar no reino de Patrício." Não era assim? Pois devia ser.


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Desde o mundial de sub-20 que digo que o rapaz tem pés de ouro. Se a defender apenas teve um erro num escorregão na área, a atacar (na primeira parte) foi como faca quente em manteiga. Na segunda parte, talvez por falta de ritmo retraiu-se um pouquinho mais, abdicando do ataque mas continuando a varrer na retaguarda.
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Teoria: As recorrentes casas na nossa defesa NÃO são obra de Polga, mas de um vírus que infecta em cada jogo um dos nossos centrais, Polga apenas será o com o sistema imune mais fraco. Tenho esta teoria porque Xandão, o Esteio da nossa defesa nos últimos jogos, hoje sem Polga bem pode rezar a são Patrício não ter saído com grande cabeça de Leiria. Fez um par de Polguices que não resultaram em golo devido ao nosso padroeiro e à azelhice dos PLs do Leiria.
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Mais uma exibição ao nível da que nos tem habituado. Secou todos os avançados do Leiria que lhe apareceram. Trinco, central?! Por mim, a trabalhar assim até o podem pôr a massagista que ele põe-nos Rinaudo a 100% em dois tempos.


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Competente a defender como quase sempre, o problema é quando tem de passar o meio campo. Aí nota-se bem que não tem dois pés mas sim duas ripas de madeira que nem pra queimar se aproveitavam.


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Quando o obrigam a jogar a trinco o rapaz perde-se, hoje foi uma das peças que nem sim, nem sopas. Só se deu por ele quando levou uma ripada de um Leiriense que só não deu vermelho por muita benevolência do senhor do apito.


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Durante a primeira parte foi o Elias do "Passa pra trás" e do "Não arrisca". Felizmente na segunda parte existe o lance do Clique, bem vi como ele pediu desculpa a A. Martins por não ter feito um passe sem espinhas para a frente e ter mandado a chincha pra Carriço. Daí pra frente foi o Elias que gosto de ver, sempre a varrer sim, mas sempre com olhos na frente em progressão.
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Mais um jogo pastelão do nosso puto. Vi neste jogo o lance que o define na perfeição. Arranca, parte um defesa, parte outro defesa, não olha pró meio da área pra fazer o cruzamento, cortam-lhe a bola. Joga bonito sim, mas consequências do que faz? Só se for mesmo cansar-me as vistas de o acompanhar a correr.
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Vê-se bem que quer soltar a franga. Hoje tentou de todas as maneiras e feitios furar a defesa adversária, mas ainda lhe falta um bocadito de acutilância para o conseguir e ser decisivo. No entanto este dá pra ver que é daqueles pelos quais vale a pena esperar.


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Descoberto o problema. Marcar golos de encostar, está de chuva. Fosse feito um gráfico e aposto que a probabilidade de Ínsua marcar o golo é directamente proporcional ao número de mecos entre ele e a baliza. Dois falhanços dignos de 20 chibatadas em praça pública marcam negativamente uma exibição até de bom nível.
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Correu, lutou, deu água pelas barbas aos 10 centrais do Leiria e se tivesse um bocadito mais de calma, não duvido que tivesse feito a festa. E ainda sacou a falta que dá o golo. No geral uma exibição positiva do puto que ainda melhorou com a entrada do Lobo.


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Sá Pinto daria um belo trolha, notou que os alicerces da casa começavam a dar sinais de fraqueza e tratou de chapar este belo cimento nas frinchas da obra. Como esperado, passar de Neto para este senhor é como da noite pró dia. Estabilizou o meio campo como só ele sabe.


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Entra, manda mais uns quantos prá lista de transplante renal, espeta mais um livre para a gaveta, dá-nos mais 3 pontos. Apenas mais um dia normal na vida do recente Matias.


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A sua entrada foi positiva, não porque tenha trazido nada de especial ao jogo, mas porque foi uma peça ligada à subida de forma nos minutos finais das restantes unidades ofensivas, Rubio em especial ganhou muito com a presença do Holandês.


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MVP: Rei Patrício

Clubismos à parte não me lembro de um Guarda Redes em qualquer clube que tenha visto numa forma mais monstruosa que a que o Rui está neste momento. A quantidade de pontos que este homem já nos garantiu esta época deixa-me sinceramente abismado. O jogo em Leiria não é excepção, defende 2 golos certos (então a defesa ao livre do Leiria é de arrojar com todos os queixos Sportinguistas pelo chão) e ainda obriga o Djaniny a fazer o que não sabe e mandar a bola para as couves. MONSTRUOSO.